# Video 23 – Quando Recusar Um Cliente?

Quando é importante recusar um cliente?

Se o cliente não está alinhado, é hora de o recusar. Este é um tema delicado. O nosso bom senso e humildade terão de ser, junto com o nosso profissionalismo, os nossos principais aliados.

A questão chave é o resultado. Por muito inspiradora que seja a carreira de Coaching, são os teus resultados recorrentes que te garantem clientes a longo prazo. E quando falo de resultados não me refiro a atingir objectivos pragmáticos ou mesmo a reconhecimentos por simpatia, refiro-me sim à capacidade dos nossos clientes chegarem mais longe nas suas perspectivas e sentirem que ao trabalharem contigo chegaram mais perto do seu real potencial.

Sempre que as acções do teu cliente vão contra o princípio de ele chegar mais perto de si mesmo e mais perto do seu potencial, está na hora de recusares a tua colaboração. Ao fazê-lo estás a ajudá-lo a acordar para a sua mudança e estás a proteger-te de más relações que não irão sustentar a tua carreira a longo prazo.

Recusando quem não quer mudar acabarás por atrair quem se quer transformar.

 

Bom, a questão mais sensível no entanto é, que critérios ter para tomar tal decisão? Ambos sabemos que não é uma decisão fácil. Por esse motivo eu sugiro que definas critérios objectivos para o avaliares.
Considera 3 sinais de alerta:

1 – O cliente falta à sessão e cancela à última da hora.

Se o Coaching é algo que cumpre apenas porque está na agenda, isso significa pouco envolvimento.

2 – O cliente tem por hábito chegar atrasado.

Primeira questão é não alimentar os atrasos. Caso contrário abriste um procedente para outra questão que é: tu não estás a respeitar o teu trabalho. No caso de não estares tu a cometer esse erro de o deixares chegar atrasado, tens de compreender que o teu cliente está a colocar o Coaching como um extra. Apenas como um completar de uma tarefa. Está na hora de o confrontares.

3 – O cliente nunca cumpre as tarefas.

Se o cliente nunca cumpre as tarefas que escolheu em sessão fazer, terás de considerar o que leva a que isso aconteça. Sempre que a desculpa é esquecimento ou falta de tempo é importante que o confrontes com essas desculpas e procures compreender o seu nível de envolvimento, ou o que o leva de verdade a não cumprir.
Acima de tudo, com respeito, amor e humildade não podemos deixar que o nosso cliente se iluda com um processo em que não está verdadeiramente envolvido e ajudá-lo a procurar novas formas de se ajudar a descobrir e transformar.
No fundo essa deverá ser a nossa missão.

 

 

 

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