Preciso ter um site no início de carreira?

 

Na altura de impulsionar um inicio de carreira no coaching, são muitas as questões relacionadas com procura, marketing e otimização que surgem na mente dos profissionais. Atualmente, o site do coach surge desde cedo como uma necessidade e assenta num novo chavão da era digital: “se não está na internet, não existe”.

A questão do site próprio, no entanto, assim como o blog ou a página de Facebook, só se coloca se houver uma alimentação correta e uma orientação para resultados. Resumindo, ter uma plataforma própria só traz dividendos se houver investimento nesse canal e um fluxo de procura, que possa ser capitalizado para novos contactos. Enquanto esses contactos estiverem nas redes sociais não têm valor efectivo. Quando estão no nosso site passam a ter um valor potencialmente mensurável.

Esta plataforma deve servir acima de tudo para comunicar valor com os atuais e possíveis clientes. Neste sentido, o tom deverá ser de proximidade com o objetivo de deixar uma boa imagem a quem visita. De resto, um dos aspetos diferenciadores dos coaches prende-se exatamente com a retórica, a motivação e a forma como conseguem cativar uma mudança de atitude ou comportamento. Conseguir colocar isso em textos, imagens ou vídeos é primordial. Assim, deves ser capaz de cativar os visitantes a participar, partilhar os conteúdos e a voltar à página.

Os conteúdos são o combustível para criar tráfego no canal, pelo que deverá haver diversidade entre os diferentes suportes: texto, vídeo, imagens, gifs, etc. A criatividade é absolutamente mandatária para que o website seja minimamente aprazível. Numa altura em que os focos de distração são incontáveis, é fundamental oferecer uma opção diferenciadora. Adicionalmente, deves fazer um bom balanceamento entre a parte lúdica, divertida e engraçada com os temas sérios, o conhecimento e os teus contactos, experiências, clientes, competências, especialidades, etc. Esta comunhão entre o lúdico e o negócio vai originar bons resultados em matéria de visitas, cliques e tempo passado no site (adquirido com o divertimento), assim como uma boa taxa de fidelização e negócios (fruto do foco na atividade).

Igualmente importante são o investimento na página e a monitorização dos resultados. A criação de um canal próprio traz dividendos incríveis em termos de contactos, mas implica um investimento financeiro em adwords, display, copywriting, etc. Para colher, é preciso plantar. Do mesmo modo, é fundamental contabilizar os índices de crescimento da plataforma, perceber quais os conteúdos com mais adesão, os aspetos a melhorar, etc. Tomando o pulso ao canal, é mais fácil tomar decisões acertadas no sentido de melhorar os resultados e dividendos retirados do site.